terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Estilo pin up com ares pós-modernos



Ter, 30 Dez, 12h50

Cintura marcada, batom vermelho, vestido justo com decote provocante ou simplesmente insinuante; cabelos extremamente loiros ou pretos sempre arrumados com franja, topete ou apenas presos; salto alto e unhas vermelhas. Se você já viu alguém assim na rua, provavelmente passou por uma pin up moderna.

Dita Von Teese, atriz e dançarina burlesca, é uma das que vive o estilo e é referência quando se fala em pin ups nos dias de hoje. Recentemente, ela lançou uma linha de lingerie retrô em parceria com a marca Wonderbra. Outras que aderiram à moda foram Kat Von D, tatuadora do L.A Ink, que faz o tipo pin up rocker; a modernete Kate Perry, que acabou inspirando as meninas mais novas que curtem seu som; e aqui no Brasil podemos citar a Pitty, que inclusive cortou sua franja igual à da recém-falecida e icônica Bettie Page.

Algumas meninas que curtem o som psychobilly também adotam o look pin up, usando topetes e roupas do gênero, como calças cintura alta, blusa xadrez e vestidos de bolinha, que mesclam com caveiras, teias e temas de terror. O psychobilly é a mistura do rockabilly com punk e, frequentemente, tem letras engraçadas baseadas em filmes de terror B da década de 1940 e 1950 – daí a inspiração no estilo retrô.

Garotas do calendário

Eram assim chamadas as garotas de calendários, geralmente atrizes ou sex simbols, que os soldados durante a Segunda Guerra levavam consigo para matar as saudades. Na década de 1940 e 1950, algumas pessoas as associavam ao vulgar, pois as fotos, muitas vezes, aguçavam a sexualidade masculina numa época em que a sociedade era extremamente conservadora e onde a mulher ainda era considerada digna apenas como dona de casa.

Foi nesta época também que as silhuetas das roupas se tornaram extremamente femininas e joviais. A volta dos cosméticos, após a Segunda Guerra, trouxe consigo uma variedade enorme de maquiagens que marcavam em especial os olhos, enalteciam a palidez da pele e realçavam a intensidade dos lábios, preferencialmente pintados de vermelho.

Reprodutibilidade
Elas se tornaram também símbolo do estilo pop e da produção em massa, uma vez que suas fotos passaram a ser encontradas em jornais, revistas e cartões postais, que eram devidamente pendurados nos armários e guarda-roupas masculinos. Vem desta origem o nome pin up, que significa "pendurar" em inglês.

Ilustradores como o peruano Alberto Vargas, que teve seus trabalhos publicados durante a década de 1940 na revista Esquire e criou as Vargas Girls, são referência até hoje quando o assunto são desenhos e fotos de pin ups; outro nome também importante é o do norte-americano Gil Elvgren, que dedicou suas ilustrações à publicidade. São deles as pin ups das propagandas da Coca-Cola e de outros anúncios entre a década de 1920 até os anos 1970.

Eternas
Bettie Page, Betty Gable e Marilyn Monroe são alguns exemplos de pin ups que são usadas como referência para compor o estilo. Bettie Page, que faleceu recentemente, foi a primeira modelo a posar nua na Playboy, em 1955 e a tirar fotos em posições de sadomasoquismo e bondage – o que lhe rendeu a acusação de apologia ao gênero.

Em 2005, foi lançado o filme The Notorious Bettie Page, que conta a história da rainha das pin ups. Betty Gable foi imortalizada por sua foto de maiô, virando para trás com um olhar sensual e por suas pernas e cintura esculturais. Marylin Monroe, que, antes de Madonna, era a mulher mais famosa do século 1920, dispensa apresentações.


Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/30122008/11/entretenimento-estilo-pin-up-ares-pos.html

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

AS GORDINHAS



Nós também gostamos das gordinhas - Parte 1

Com esta ditadura do "corpo perfeito", com mulheres magrelas sem bunda e com muito seios siliconados, criou-se a idéia de que uma mulher só pode ser feliz se pesar quinze quilos a menos do que seu corpo suporta!

Volta e meia eu vejo estas "modelos & manequins"(que nunca colocaram os pés em uma passarela) dizendo que se sentem ótimas magras: "Hoje, estou tão feliz por ser magra...".

Meu Deus! Parece que ter umas pelancas para fora da calça é crime capital!

Tem aquelas matérias que aparecem na mídia, mostrando uma garota de quinze anos, com um corpo de Deusa, onde a entrevistadora pergunta o que ela faz para manter a forma. Será que falta inteligência nesta gente? A coisa mais normal é uma garota de quinze anos ter um corpo de adolescente, sem estrias, celulites ou gordurinhas, não é?! E o que a apresentadora com cérebro de minhoca faz é matar as telespectadoras de raiva por não conseguirem duas coisas:

Voltar a ter quinze anos e, o mais frustrante, ter um corpo de quinze anos!

"Mulher para mim tem que ter o rosto gordinho, bem rosado, com aquelas bochechas gorduchinhas! Ela pode até ter o corpo magro, mas se tiver o rosto seco com um monte de ossos aparecendo, não acho legal! Por isso eu costumo namorar com umas mulheres que se parecem com portuguesinhas"
Luciano Alves, 25 anos


Continua...


Nós também gostamos das gordinhas - Parte 2

As gordinhas são tratadas como doentes, relaxadas e dignas de pena!

Tem muita gente que acha que elas são assexuadas, que nenhum homem tem coragem de ir para a cama com elas, e que só servem para quebrar galho na hora do tesão. Puro engano! Tem MUUUITOS homens que adoram uma gordinha, talvez muito mais do que se pensa! E conheço muitas gordinhas que fazem muito mais sexo que muitas mulheres magras por aí - e o mais importante, elas tem orgasmos, muitos orgasmos!

"Gosto de mulheres que tem conteúdo, que a gente aperta e sente muita carne. Para mim não tem esta de que magreza é sinal de saúde e vitalidade! Apertar uma mulher e só sentir ossos, deixa qualquer um sem tesão".
Kleber, 37 anos



Nós também gostamos das gordinhas - Parte 3

Tem mulher que olha para a outra com tanta raiva por ela ser magra, que parece que a coitada cometeu um pecado imperdoável. Este tipo de mulher acaba se sentindo tão pressionada a ser magra que acha que a outra, de uma forma ou de outra, tirou algo dela!

Também, é só a gente abrir uma revista para ver as matérias que associam a magreza à felicidade, com regimes milagrosos e mulheres que gastam milhares de dólares para se manter magras! Tudo parece tão fácil, não é? Não dá aquela sensação de que gorda é incompetente? Não parece que as magras merecem o céu e as gordas merecem queimar no inferno? As revistas dizem que basta comer papaia com granola e malhar por duas horas para ficar com o corpinho da Adriane Galisteu! Tá bom, me engana que eu gosto!

E o interessante é que estas revistas que se dizem femininas e feministas, em vez de incentivarem as mulheres a usarem mais a mente que o corpo, são as que mais aparecem com matérias escrotas, que fazem com que as mulheres que não tem um corpo perfeito, se sintam como a escória da sociedade!

E aquela estória de que o que importa é o interior de uma mulher, e não seu corpo?
Tem uma revista que se intitula "a revista da mulher moderna"mas deveria se intitular de "a revista da mulher fútil"!

"Mulher magra comigo não rola! Tem que ter curvas, peitos, bunda e coxas bem grossas...Até a xoxotas das gordinhas são mais bonitas. São fofinhas, estofadinhas, diferente das magrelas.
Lucas, 19 anos


Fonte: http://gmaravilhosas.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Concluindo etapas, encerrando ciclos


Fonte: Kabbalah Group

É importante, sempre, saber quando termina uma etapa da vida. Se você
insiste em permanecer nela, além do tempo necessário, perderá a alegria
e o sentido de tudo o mais. Encerrando ciclos, fechando portas, ou
encerrando capítulos, como queira chamar, o importante é poder
encerrá-los, deixando ir momentos da vida que se concluíram.

Terminou o seu trabalho? Acabou a sua relação com o parceiro? Você já
não vive mais numa determinada casa? Deve fazer uma viagem? A amizade
com alguém terminou? Roubaram você em sua casa? Morreu um ente querido?
Quebrou ou estragou um objeto de estimação? Você descobriu que o mentor
espiritual que seguia era uma fraude?

Você pode passar muito tempo do seu presente remoendo os porquês,
tentando devolver a cassetada que levou ou mesmo procurando entender
porque aconteceu tal fato em sua vida. O desgaste vai ser infinito, pois
na vida, você, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos temos de ir
encerrando capítulos, virando a página, concluindo etapas ou momentos da
vida e seguir adiante.

Não podemos estar no presente com saudades do passado. Nem sequer
perguntando-nos: por que? O que passou, passou, e temos que soltar,
desprender, não ficar preso ao que passou. Não podemos ser crianças
eternas, nem adolescentes tardios, nem empregados de empresas que já não
existem mais, nem ter vínculos com quem não quer estar vinculado a nós.
Não.

Os fatos passam e temos que deixa-los ir! Por isso, às vezes, é
importante destruir recordações, livrar-se de presentes, mudar de casa,
rasgar papeis velhos, desfazer-se de livros ou de objetos que são
desnecessários. As mudanças externas podem simbolizar processos
interiores de superação. Deixar ir, soltar, desprender-se. Na vida
ninguém joga com cartas marcadas e temos que aprender a perder e a
ganhar. Temos que deixar ir, virar a página, viver só o presente. O
passado já passou. Não espere que lhe devolvam o passado, não espere
reconhecimentos, não espere que em algum momento se dêem conta de quem é
você.

Solte o ressentimento, ligar o seu televisor pessoal para retornar ao
assunto, só vai causar-lhe dano mental, envenená-lo, amargurá-lo. Apesar
do tempo não ser linear, a vida está para a frente, nunca para trás. O
que passou deve servir apenas para que continue a viver com mais
sabedoria. Se você anda pela vida deixando portas abertas, nunca poderá
desprender-se nem viver o hoje com satisfação. Noivados ou amizades que
não se fecham, possibilidades de regressar para que? Necessidade de
esclarecimentos, palavras que não se disseram, silêncios que o
invadiram: se puder enfrentá-los já e agora, faça-o! Se não, deixe-os
ir, encerre os capítulos. Diga a você mesmo que não, que não deve
voltar.

Mas não por orgulho, nem por soberba, mas porque você já não se encaixa
aí, nesse lugar, nesse coração, nessa habitação, nessa morada, nesse
escritório ou nesta profissão. Sua freqüência agora é outra. Você já não
é o mesmo que foi há dois dias, há três meses, há um ano. Portanto, não
há porque voltar. Feche a porta, vire a página, encerre o ciclo. Nem
você será o mesmo, nem as circunstâncias seriam as mesmas, porque na
vida nada se mantém quieto, nada é estático. É saudável mentalmente ter
amor por você mesmo, desprender-se do que já não está em sua vida.
Recorde que nada nem ninguém é indispensável. Nem uma pessoa, nem um
lugar, nem um trabalho, nada é vital para viver
porque:

Quando você veio a este mundo, chegou sem qualquer adesivo ou etiqueta.
Portanto, é apenas costume viver apegado a um adesivo ou etiqueta. E é
um trabalho pessoal aprender a viver livre, sem o adesivo ou etiqueta,
humano ou físico que hoje lhe dói deixar ir. Mas, encerre, feche, limpe,
jogue fora, oxigene, desprenda-se, sacuda, solte. Existem muitas
palavras que significam saúde mental e qualquer que seja a que você
escolha lhe ajudará definitivamente a seguir adiante com tranqüilidade.

Esta é a vida.